"Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram." Charles Darvin
29 de maio de 2012
25 de maio de 2012
Dicas de uma boa nutrição
Tire suas dúvidas
A busca por um corpo magro e com músculos
definidos ultrapassa o território das academias. Passa necessariamente pela
mesa. Nos últimos dez anos, um calhamaço de estudos foi publicado a respeito
de como potencializar os efeitos da ginástica por meio de uma alimentação
adequada. Mitos foram derrubados e verdades, estabelecidas. Veja as respostas
às dez perguntas mais comuns sobre a relação entre atividade física e
nutrição.
1. Fazer ginástica de barriga
vazia ajuda a emagrecer?
Sem comida, as taxas de açúcar no sangue baixam
muito, o que pode causar mal-estar e até desmaios durante ou após o treino.
Além disso, se estiver desprovido de seus estoques de energia – e grande
parte dela é obtida a partir da alimentação –, o organismo vai buscá-la nas
proteínas dos músculos. O resultado pode ser desastroso: em vez de gastar
carboidratos e gorduras, perdem-se músculos. Por isso é imprescindível que se
consumam alimentos leves antes e depois da atividade física.
2. O que comer imediatamente
antes e depois da ginástica?
Para quem se exercita de manhã, o ideal é tomar
um copo de suco de laranja ou comer uma fruta uma hora antes do treino. Na
primeira hora seguinte ao término da ginástica, recomendam-se cereais, queijo
branco ou frutas. É o necessário para que o organismo recupere a energia
gasta no exercício. Aos que fazem ginástica à noite, o "lanchinho antes
do treino" deve ser mais reforçado. Afinal, o corpo já enfrentou um dia
inteiro de trabalho ou estudos e tende a estar mais cansado do que pela
manhã. Um sanduíche pequeno – de queijo branco e atum, por exemplo – é uma
boa pedida.
3. Qual a dieta ideal para
quem pratica exercícios?
O melhor cardápio é aquele que fornece todos os
nutrientes para o bom funcionamento do organismo. Exceção feita aos atletas
profissionais, do total de calorias ingeridas diariamente, 60% devem vir dos
carboidratos, 15% das proteínas e 25% das gorduras. O prato típico brasileiro
– arroz, feijão, bife, salada e uma fruta – é o melhor exemplo dessa divisão.
Como durante o exercício físico o organismo queima esses três tipos de
nutrientes, nenhum deles deve ser suprimido do cardápio de quem deseja
modelar o corpo. Consumidos nas quantidades adequadas, eles garantem a perda
de tecido adiposo e o ganho de massa muscular. Obtidos a partir de pães,
batata e massas, entre outros alimentos, os carboidratos são a principal
fonte de energia do organismo. Numa dieta sem carboidratos, como a
preconizada pelo médico americano Robert Atkins, a pessoa corre o risco de
perder massa muscular e ficar flácida. Se consumir pouca proteína, ela terá
dificuldade para criar músculos. O que vale, enfim, é a velha recomendação:
comer de tudo um pouco.
4. As barras de cereais são
recomendáveis?
Ricas em carboidratos, as barras de cereais foram
criadas para atender às necessidades de esportistas profissionais, que
precisam repor rapidamente a energia gasta em atividades físicas intensas.
Elas só são indicadas para quem treina mais de duas horas por dia. Mesmo
assim, devem ser consumidas com moderação – uma por dia. Do contrário,
engordam. Além disso, as fibras dificultam a absorção de água pelo organismo.
5. Ingerir muita proteína ajuda a
construir músculos?
As proteínas funcionam como tijolos na construção
de músculos mais definidos. Os exageros, porém, devem ser deixados para os
fisiculturistas. Para quem não tem uma rotina de treinamento profissional, as
proteínas são tão necessárias quanto os carboidratos, por exemplo. Um bife
por dia é o bastante. Quantidades extras de proteínas – seja via alimentação
ou por meio de suplementos protéicos – são eliminados pelo corpo.
6. É verdade que podemos comer à
vontade logo depois da ginástica, porque o corpo continua a queimar muitas
calorias?
É verdade que até uma hora depois da ginástica o
metabolismo se mantém elevado. Quanto a "comer à vontade", cuidado.
É importante consumir uma quantidade razoável de carboidratos, mas sem
abusos. Um sanduíche de queijo branco e peito de peru está de bom tamanho.
7. Comer à noite engorda mais?
A princípio, sim. Durante a noite, o organismo
trabalha num ritmo mais lento e, por isso, queima menos gordura. Ou seja, as
calorias não gastas são estocadas sob a forma de células adiposas. O mais
recomendável é que o jantar seja uma refeição leve, composta de saladas,
sopas e frutas. Antes de dormir, um lanchinho não faz mal: um copo de leite
desnatado e uma torrada.
8. Deve-se tomar água durante o
exercício?
Até muito pouco tempo atrás, os professores de
educação física costumavam proibir o consumo de água durante o treino. Hoje
está provado que, nesse momento, a hidratação é absolutamente necessária. Se
a pessoa estiver desidratada, a probabilidade de ela ser acometida por fadiga
muscular é grande. A boa hidratação não se mede pelo volume, e sim pela
freqüência com que se ingere líquido. Quem segue um treino moderado, com
duração média de quarenta minutos, deve beber cerca de meio litro de água
duas horas antes da ginástica. Durante a atividade física, é recomendável que
se consuma um copo de água (daqueles de plástico) a cada vinte minutos.
9. Quando recorrer aos
isotônicos?
Quando o treino durar mais de uma hora e for
predominantemente aeróbico. As bebidas isotônicas hidratam o organismo mais
rapidamente que a água. O ideal é que o equivalente em litros à metade do
peso corporal perdido no exercício seja reposto com isotônicos e a outra
metade, com água. Exemplo: se, depois da ginástica, você perdeu 1 quilo, deve
consumir meio litro de bebidas isotônicas e meio litro de água.
10. É preciso mesmo tomar 2 litros
de água por dia?
Sim. Mas isso não quer dizer que os 2 litros
precisem ser de água pura. Há que se lembrar que os alimentos são ricos em
água. Ou seja, a alimentação, por si só, já fornece uma boa quantidade do
líquido necessário para o bom funcionamento do organismo. Um bife acebolado
de 100 gramas tem 71% de água. A teoria de que seria necessário tomar 2
litros de água pura surgiu há cerca de quinze anos, quando estudiosos
constataram que um adulto saudável, de porte médio, perde diariamente 2
litros de líquido. Trata-se de uma relação automática e sem sentido. Hoje se
sabe que a quantidade de líquido a ser consumida se baseia no peso de cada
um. Deve-se ingerir 30 mililitros por quilo de peso. Quem pesa 60 quilos tem
de consumir 1,8 litro diariamente – metade na forma de água mesmo e o
restante por meio da alimentação.
24 de maio de 2012
11 de abril de 2012
Ecologia e Relações Ecológicas
Ecologia (do grego “oikos", que significa casa, e "logos", estudo, reflexão), é o ramo da biologia que estuda as interações entre os seres vivos e o meio onde vivem, envolvendo a dependência da água, do solo e do ar.
Dessa forma, as relações vão além do comportamento individual e a influência causada pelos fatores ambientais (temperatura, umidade, pressão). Mas se estendem à organização das espécies em populações, comunidades, formando um ecossistema e toda a biosfera.
Todos os seres vivos se relacionam com outros, tanto da mesma espécie (relações intraespecíficas) quanto de espécies distintas (relações interespecíficas). Estas podem ser harmônicas, quando não há prejuízo para nenhum dos indivíduos envolvidos; ou desarmônicas, quando pelo menos um se prejudica.
Entre as principais relações destacam-se:
RELAÇÕES INTRAESPECÍFICAS HARMÔNICAS:
Sociedade: indivíduos da mesma espécie, mantendo-se anatomicamente separados, e que cooperam entre si por meio de divisão de trabalho. Geralmente, a morfologia corporal está relacionada à atividade que exercem. Ex: abelhas, cupins, formigas, etc.
Colônia: indivíduos associados anatomicamente. Estes podem se apresentar semelhantes (colônias isomorfas), ou com diferenciação corporal de acordo com a atividade que desempenham (polimorfas). Ex: determinadas algas (1º exemplo) e caravela portuguesa (2º exemplo).
RELAÇÕES INTRAESPECÍFICAS DESARMÔNICAS:
Canibalismo: ato no qual um indivíduo se alimenta de outro(s) da mesma espécie.
Competição: disputa por territórios, parceiros sexuais, comida, etc.
RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS HARMÔNICAS:
Mutualismo: indivíduos de espécies diferentes que se encontram intimamente associados, criando vínculo de dependência. Ambos se beneficiam. Ex: liquens (fungo + cianobactéria), cupim e protozoário que digere a celulose em seu organismo, micorrizas (fungos + raízes de plantas), etc.
Protocooperação: indivíduos que cooperam entre si, mas não são dependentes um do outro para sobreviverem. Ex: peixe-palhaço e anêmona. O primeiro ganha proteção e o segundo, restos de alimentos destes; pássaros que se alimentam de carrapato bovino, etc.
Inquilinismo: uma espécie usa a outra como abrigo, sendo que somente ela se beneficia, mas sem causar prejuízos à outra. Exemplo: orquídeas e bromélias associadas a árvores de grande porte.
Comensalismo: relação na qual apenas uma espécie se beneficia, mas sem causar prejuízos à outra. Exemplo: o peixe-piloto se prende ao tubarão, para se alimentar dos restos de comida deste, e também se locomover com maior agilidade.
RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS DESARMÔNICAS:
Amensalismo: uma espécie inibe o desenvolvimento de outra. Ex: liberação de antibióticos por determinados fungos, causando a morte de certas bactérias.
Predatismo: um indivíduo mata outro para se alimentar. Ex: serpente e rato, pássaro e semente, etc.
Parasitismo: o parasita retira, do corpo do hospedeiro, nutrientes para garantir a sua sobrevivência, debilitando-o. Ex: lombriga e ser humano, lagarta e folhagens, carrapato e cachorro, etc.
Competição: disputa por recursos (território, presas, etc).
Autores: Mariana Araguaia e Krukemberghe Fonseca
Graduados em Biologia
Adaptado de: http://www.brasilescola.com/biologia/ecologia.htm e http://www.brasilescola.com/biologia/relacoes-ecologicas.htm
28 de março de 2012
Provas de Vestibulares
Abaixo alguns links para provas de vestibulares. É só clicar... e bons estudos.
PROVA DE QUÍMICA - UFPE 2012 - 2ª FASE
PROVA DE BIOLOGIA - UFPE 2012 - 2ª FASE
PROVA DE BIOLOGIA - UPE 2012
GABARITO DE BIOLOGIA - UPE 2012
PROVA DE QUÍMICA - UPE 2012
GABARITO DE QUÍMICA - UPE 2012
PROVA DE QUÍMICA - UFPE 2012 - 2ª FASE
PROVA DE BIOLOGIA - UFPE 2012 - 2ª FASE
PROVA DE BIOLOGIA - UPE 2012
GABARITO DE BIOLOGIA - UPE 2012
PROVA DE QUÍMICA - UPE 2012
GABARITO DE QUÍMICA - UPE 2012
Prof. Altamir Souza
Concentração Comum (C)
Concentração comum (C) ou simplesmente Concentração é definida como:
Matematicamente ela é expressa pela fórmula:
onde:
C = Concentração comum e sua unidade no SI é dada em g/L;
C = Concentração comum e sua unidade no SI é dada em g/L;
m1 = massa do soluto* em g;
O símbolo C é de comum e não de concentração, pois existem outros tipos de concentração (concentração molar ou molaridade, concentração em partes por milhão ou ppm, porcentagem em massa do soluto ou título em massa, concentração em volume, etc.).
Conforme mostrado acima, a concentração de uma solução tem como unidade padrão g/L (gramas por litro), porém ela pode ser expressa em outras unidades de massa e volume, como g/m3, mg/L, kg/mL, etc.
Dessa forma, se dissermos que uma solução de água e açúcar tem concentração de 50 g/L, quer dizer que em cada litro da mistura (solução e não do solvente) tem dissolvida uma massa de 50g de açúcar.
No cotidiano, a concentração é muito usada para indicar a composição de alimentos, medicamentos e materiais de limpeza e higiene que são líquidos. Observe o rótulo do leite integral abaixo, que analisa a concentração de vários nutrientes como carboidratos, proteínas e gorduras totais presentes em 200 mL da solução.
Por exemplo, em cada 200 ml do leite, tem-se 9 g de carboidratos. Transformando para litros e fazendo os devidos cálculos conforme mostrado abaixo, temos que a concentração de carboidratos nesse leite é de 45 g/L.
1 L ------1000 mL
v -------200 mL
v = 0,2 L
v -------200 mL
v = 0,2 L
• Calculando a concentração de carboidratos no leite:
Isso significa que em cada litro desse leite, tem-se 45 g de carboidratos.
* Em aspectos quantitativos referentes às soluções químicas, sempre que em uma grandeza aparecer o índice 1, ele indica que a grandeza é só do soluto. O índice 2 se refere ao solvente e quando não houver índice nenhum, estará se referindo à solução inteira (soluto + solvente).
Por Jennifer Fogaça
17 de março de 2012
Substâncias
Puras ou simples? Entenda essa classificação
Fábio Rendelucci*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Uma das maiores confusões que as pessoas fazem na hora de classificar as substâncias reside nos quesitos de substância simples e substância pura. Para que isso fique claro é fundamental que entendamos bem algumas coisas antes de chegarmos a essa classificação:
O átomo é uma unidade fundamental, primária que constitui a matéria. O que queremos dizer é que toda matéria é constituída por átomos. Os átomos são diferenciados uns dos outros pelo seu número atômico (que você deve lembrar que corresponde ao número de prótons que ele possui).
Elementos químicos, aqueles que encontramos na tabela periódica, representam átomos de mesmo número atômico. Assim, todo e qualquer átomo que apresentar, por exemplo, oito prótons e conseqüentemente possui número atômico Z=8, será um átomo do elemento oxigênio.
Você também sabe que os átomos se combinam, se ligam entre si formando o que chamamos de moléculas. Perceba que uma molécula pode, a princípio, ser formada pela "combinação" de qualquer número de átomos de qualquer elemento químico.
Isso posto, podemos perceber algumas coisas:
O2 - é a fórmula da substância oxigênio, composta por dois átomos, ambos do elemento oxigênio.
CO2 - é a fórmula da substância dióxido de carbono, composta por três átomos, sendo dois do elemento oxigênio e um do elemento carbono.
C6H6 - é a fórmula da substância benzeno, composta por 12 átomos, sendo seis do elemento carbono e seis do elemento hidrogênio.
Quando classificamos uma substância podemos fazê-lo levando em conta:
1) Número de átomos: obviamente se refere ao número de átomos que a constitui, independentemente do elemento que cada um representa. Veja:
2) Número de elementos que constitui a molécula: Cuidado! Isso não tem nada a ver com o número de átomos! Veja:
Por exemplo: na água destilada encontramos única e exclusivamente moléculas da substância água (H2O). Mesmo a água sendo uma molécula triatômica e composta (possui os elementos H e O), essa amostra é de uma substância pura.
Amostras onde são encontradas moléculas de mais de uma substância, são chamadas de misturas.
O ar atmosférico é um bom exemplo de uma mistura em que encontramos várias substâncias simples, como N2, O2, H2, Ar, e outras compostas, como CO, CO2, etc.
Espero que vocês não confundam mais os conceitos de substâncias simples e substâncias puras. Esses conceitos são muito importantes para sua base de conhecimento em química.
O átomo é uma unidade fundamental, primária que constitui a matéria. O que queremos dizer é que toda matéria é constituída por átomos. Os átomos são diferenciados uns dos outros pelo seu número atômico (que você deve lembrar que corresponde ao número de prótons que ele possui).
Elementos químicos, aqueles que encontramos na tabela periódica, representam átomos de mesmo número atômico. Assim, todo e qualquer átomo que apresentar, por exemplo, oito prótons e conseqüentemente possui número atômico Z=8, será um átomo do elemento oxigênio.
Você também sabe que os átomos se combinam, se ligam entre si formando o que chamamos de moléculas. Perceba que uma molécula pode, a princípio, ser formada pela "combinação" de qualquer número de átomos de qualquer elemento químico.
Substâncias químicas
Os átomos ligados, ou seja, as moléculas, representam o que chamamos desubstância química, cada uma identificada por uma fórmula química como, por exemplo, H2O, que representa a substância água e indica que sua composição é de dois átomos do elemento hidrogênio e um átomo do elemento oxigênio.Isso posto, podemos perceber algumas coisas:
Quando classificamos uma substância podemos fazê-lo levando em conta:
1) Número de átomos: obviamente se refere ao número de átomos que a constitui, independentemente do elemento que cada um representa. Veja:
- Ar (gás argônio) - monoatômica (um único átomo);
- O2 (oxigênio), CO (monóxido de carbono), NaCl (cloreto de sódio) - diatômica (dois átomos);
- CO2 (dióxido de carbono), H2O (água), - triatômica (três átomos)
2) Número de elementos que constitui a molécula: Cuidado! Isso não tem nada a ver com o número de átomos! Veja:
- Ar (gás argônio) - um único elemento: argônio
- O2 (oxigênio) - um único elemento: oxigênio
- CO (monóxido de carbono) - dois elementos: carbono e oxigênio
- CO2 (dióxido de carbono) - dois elementos: carbono e oxigênio
- NaCl (cloreto de sódio) - dois elementos: sódio e cloro
- H2O (água) - dois elementos: hidrogênio e oxigênio
- O2 - Substância simples
- CO, CO2, NaCl, H2O - Substâncias compostas
Substâncias puras
Diferentemente do que o nome possa sugerir, as substâncias puras não são aquelas formadas nem por um único átomo (monoatômicas), nem por um único elemento químico (simples). Substâncias são consideradas puras quando em uma amostra só encontramos moléculas daquela substância, sem nenhuma outra presente.Por exemplo: na água destilada encontramos única e exclusivamente moléculas da substância água (H2O). Mesmo a água sendo uma molécula triatômica e composta (possui os elementos H e O), essa amostra é de uma substância pura.
Amostras onde são encontradas moléculas de mais de uma substância, são chamadas de misturas.
O ar atmosférico é um bom exemplo de uma mistura em que encontramos várias substâncias simples, como N2, O2, H2, Ar, e outras compostas, como CO, CO2, etc.
Espero que vocês não confundam mais os conceitos de substâncias simples e substâncias puras. Esses conceitos são muito importantes para sua base de conhecimento em química.
*Fábio Rendelucci é professor de química e física, diretor do cursinho COC-Universitário de Santos e presidente da ONG Sobreviventes.
Tabela periódica interativa
Link para Tabela Periódica interativa, com informações sobre todos os elementos químicos.
Vale a pena consultar.
http://educacao.uol.com.br/quimica/tabela-periodica-consulte-aqui-uma-tabela-periodica-interativa.jhtm
Vale a pena consultar.
http://educacao.uol.com.br/quimica/tabela-periodica-consulte-aqui-uma-tabela-periodica-interativa.jhtm
24 de fevereiro de 2012
Calculadora de calorias
Para quem quiser fazer um cálculo dos seus gastos calóricos diários necessários pode acessar o link abaixo e inserir os dados na calculadora de calorias. É bem interessante porque o cálculo será personalizado.
Tabela de calorias de atividade física
Para atividades predominantemente aeróbias há um gasto calórico aproximado de 5 Kcal para cada litro de oxigênio consumido. É importante ressaltar que essas tabelas de gasto calórico para diferentes modalidades foram elaboradas com base em um indivíduo de referência
De acordo com os especialistas em medicina do esporte Brian J. Sharkey, a pessoa sempre gasta alguma energia, mesmo quando está dormindo. Se ficar na cama por 24 horas sem fazer nada, gasta em torno de 1.600 Kcal (para uma pessoa de 70 kg). O gasto calórico pode ir de 1,2 kcal/min em repouso para mais de 20 kcal/min durante o esforço vigoroso. "A atividade física tem o maior efeito nas necessidades de energia", diz o médico, explicando que a caminhada queima aproximadamente 5 kcal/min e a corrida 15 kcal/min.
A ingestão calórica diária deve ser proporcional ao consumo calórico. Se sua ingestão calórica diária exceder o seu gasto calórico, você ganhará peso. Do contrário, seu peso será mantido.
GASTO CALÓRICO DA ATIVIDADE EM KCAL POR HORA OU POR MINUTO (Calculado para uma pessoa de 70 kg)
| Andando de bicicleta | 180 a 300/hora |
| Balé | 8 kcal/min |
| Basquete | 10 kcal/min |
| Beijando | 8 kcal/min |
| Beijar e fazer carícias | 60 kcal/hora |
| Boxe | 11 kcal/min |
| Caminhada | 5,5 kcal/min |
| Caminhando rápido | 520 kcal/hora |
| Caminhar devagar | 240 kcal/hora |
| Carregando bebê | 141 kcal/hora |
| Capoeira | 12 kcal/min |
| Ciclismo | 6 kcal/min |
| Compra no Supermercado | 270 kcal/hora |
| Corrida | 10 kcal/min |
| Corrida | 500 a 900 kcal/hora |
| Cozinhar | 168 kcal/hora |
| Dança de Salão | 3,5 kcal/min |
| Dançando rápido | 605 kcal/hora |
| Deitado | 77 kcal/hora |
| Digitando | 95 kcal/hora |
| Dormindo | 60 kcal/hora |
| Escrever | 10 a 20 kcal/hora |
| Esqui aquático | 11 kcal/min |
| Esqui na neve | 7,5 kcal/min |
| Estudar | 120 kcal/hora |
| Exercício leve | 310 kcal/hora |
| Falando ao telefone | 85 kcal/hora |
| Fazer amor | 190 kcal/hora |
| Ficar de pé | 130 kcal/hora |
| Futebol | 9 kcal/min |
| Ginástica aeróbica | 6 kcal/min |
| Ginástica olímpica | 6 kcal/min |
| Golfe | 3 kcal/min |
| Handebol | 10 kcal/min |
| Hidroginástica | 6 kcal/min |
| Jiu-jitsu | 12 kcal/min |
| Jogando vídeo game | 108 kcal/hora |
| Jogar futebol | 580 kcal/hora |
| Judô | 12 kcal/min |
| Lavar louça | 60 kcal/hora |
| Limpeza de casa | 300 kcal/hora |
| Mountain bike | 12 kcal/min |
| Musculação | 5 kcal/min |
| Natação | 9 kcal/min |
| Natação | 500 kcal/hora |
| Pintar casa | 160 kcal/h |
| Remo | 11 kcal/min |
| Squash | 13 kcal/min |
| Subir escada | 1000 kcal/hora |
| Surfe | 8 kcal/min |
| Tênis | 8 kcal/min |
| Trabalhar leve em pé | 150 kcal/hora |
| Trabalho mental casa | 60 kcal/hora |
| Vôlei | 6 kcal/min |
| Windsurf | 7 kcal/min |
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